A Síndrome do Tudo ou Nada
Em muitas apresentações que eu faço do PSOffice, eu percebo um padrão de comportamento muito repetitivo e muito interessante que é o seguinte:
A empresa quer aperfeiçoar em muito os seus processos de trabalho, mas quer atingir esse novo estágio imediatamente, sem passar por estágios intermediários. Se isso não for possível, então é melhor ficar do jeito que está. Aqui na McFox chamamos isso da Síndrome do Tudo ou Nada.
Por exemplo:
Suponha uma empresa, que hoje controla suas despesas por planilhas excel, que não tem nenhum controle sobre quais despesas ou em quais projetos alguem pode lançar uma despesa e a sua aprovação é manual, dependendo do volume, essa aprovação nem existe.
No PSOffice, somente pessoas alocadas ao projeto podem apontar despesas nele, e sómente nas despesas definidas, e com limites definidos. Toda despesa tem que ser aprovada conforme definição de projeto, e não existe a possibilidade uma despesa apontada se perder. Isso sem dúvida é uma evolução grande sobre a planilha excel.
Mas a empresa já visualiza uma evolução ainda maior, por exemplo seria possível se restringir os apontamentos por recursos, assim um diretor pode apontar uma despesas que por exemplo um gerente não pode.
Apesar da empresa não ter isso na situação atual, por não ter essa funcionalidade, o processo de venda não segue adiante.
O Cliente sempre tem razão nas suas demandas, tanto que na versão 2 já colocamos essa funcionalidade, mas o que eu quero compartilhar é porque não ficar com o passarinho que já está na mão em vez de sonhar com os dois voando? Porque não melhorar o processo em 80% por não ter os 100% e continuar com 0% atual?